Terça-feira, quando fui buscar a B. ao ATL, estava murchinha e a queixar-se de dor de barriga e garganta. Quando chegámos a casa foi descansar um bocadinho, e quando lhe medi a temperatura já estava quentinha. Tentativa de lhe dar ben-u-ron falhada, passámos para o brufen. A muito custo lá consegui que bebesse. Durante a noite teve novamente febre... Difícil de baixar...
Quarta-feira ficámos as duas em casa. De 6 em 6 horas lá tomava o brufen e ficava mais fresquinha, mas nunca ficou completamente sem febre, só à noite é que isso aconteceu. Continuava a queixar-se da garganta, mas não via nada de anormal.
Mais uma noite mal dormida e sempre com a companhia da febre. Quinta-feira de manhã tinha as amígdalas muito inchadas e cheias de pontinhos brancos. Fomos com ela às urgências e depois de uma análise para saber se a amigdalite era viral ou bacteriana, confirmou-se que era bacteriana e que teria que tomar antibiótico. Acontece que, como ela estava quentinha, a dra. mandou darem-lhe ben-u-ron, que ela só bebeu quando já estava novamente em frente à dra. depois do tempo de espera da análise. Bebeu, mas vomitou-o logo ali. E a dra. deu-nos a hipótese de em vez do tratamento de 7 dias de antibiótico, darem-lhe uma injecção de penicilina. Achámos que apesar de tudo era o melhor. E assim foi, super nervosa, levar a pica. Saiu de lá um bocadinho queixosa, mas ainda assim a dizer que era melhor a pica do que o antibiótico.
Quinta-feira ao fim da tarde/noite não conseguia andar. Ainda teve febre (39,5º!), mas depois passou bem a noite e acordou outra. Ainda tem as amígdalas inchadas, mas já sem pontos brancos. Já consegue andar, ainda que devagarinho.
E apesar de tudo isto, continua a dizer que preferiu dar a injecção do que tomar o antibiótico. E eu também!
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